Amizade. A amizade não se busca, não se sonha, não se deseja; ela exerce-se: é uma virtude. (Simone Weil)
Até que a Noite Vire Dia. Para o "Até que a Noite Vire Dia", o carnaval 2010 começa mais cedo. Ele será o primeiro grande Bloco carnavalesco a desfilar nas ruas da Capital, botando seus foliões para pular na avenida no próximo sábado, ao som do Trio Criativada e da banda Carijó, a mesma do Galo da Meia-Noite. O bloco tem estrutura de cordão de isolamento, seguranças, banheiros ecológicos, bares, além da qualidade do trio elétrico Criativada. O bloco que desfila pelo quarto ano no carnaval, com uma média de quatro mil brincantes, entre os pipocas e foliões com o abadá, que se arrastaram atrás do trio comandado pela Carijó pretende arrebanhar mais foliões., pois, segundo as palavras, Márcio Miranda, diretor do bloco, "Esse ano o "Até Que a Noite Vire Dia" não ficará só no desfile. Vamos fazer jus ao nome e brincar até o dia amanhecer, com apresentação da banda Lua tocando até que a noite vire dia". O bloco serpenteia o bairro areal, pelas ruas Esron de Menezes, Alexandre Guimarães e Rogério Weber, passando pela região central de Porto Velho, nas Avenidas Sete de Setembro e Prudente de Morais, até voltar a Praça São José do Mocambo, onde continuará a folia com apresentação de bandas ao vivo no palco montado especialmente para continuar a festa até o dia ficar claro. Os Kits estão sendo vendidos ao preço promocional de 25 reais.
Destaques. Entre os 10 municípios que mais desmatam na Amazônia, cinco são do Pará, estado que teve o maior índice de desmatamento total no período de outubro e novembro de 2009. Também Mato Grosso, Rondônia e Amazonas apresentam municípios no topo da lista. Em Rondônia, Porto Velho continua sendo o município que mais desmata e está na lista das 10 cidades que mais devastaram a floresta Amazônica, conforme detectado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O destaque é o município de Apuí, no sul do Amazonas, estado que ainda relativamente intacto em termos de desmatamento que aparece na lista.
Pequenos receiam bancos. Um levantamento do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa de São Paulo (Sebrae-SP) mostrou que 59% dos micros e pequenos empresários brasileiros querem distância dos financiamentos bancários. "Os outros 41% até aceitam o financiamento mas em condições especiais, como taxa de juros muito reduzidas e pagamento em 18 meses", disse o diretor-superintendente do Sebrae-SP Ricardo Tortorella em palestra, na Câmara Americana de Comércio (Amcham-SP). Para ele, "Essa cultura de recusar empréstimos é antiga entre nossos empresários. Ainda hoje persiste a ideia de que se você entrar no banco pode perder o negócio. Isso é um erro. O mercado financeiro mudou e hoje reconhece as micros e pequenas empresas como bom negócio oferecendo linhas de crédito acessíveis". Ainda que exista esta aversão ao crédito bancário a pesquisa aponta, no entanto, que 71% dos entrevistados pretendem investir neste ano para ampliar os negócios e o faturamento 72% acreditam que as vendas devem crescer em 2010. "O que estamos vendo é o esvaziamento desnecessário da poupança do empresário que, sem o dinheiro do banco, mobiliza seus recursos próprios para financiar o empreendimento. Reduzir a poupança é ruim também para o País", observou Tortorella. Ele também criticou a burocracia bancária e a falta de disseminação das linhas de crédito oferecidas para os micros e pequenos empreendimentos. O problema é que os micros e pequenos se queixam das dificuldades de acesso e da forma unilateral como são tratados pelos bancos em especial nas horas de crise. Muitos empresários dizem que, quando mais precisam de crédito é que os bancos puxam seu tapete, ou seja, não há nenhuma relação de confiança. Para os micros, os bancos são como sócios que só sugam e pulam fora na hora de dificuldades.
Mini-apagões. A Câmara analisa o Projeto de Lei 6676/09, que obriga as distribuidoras de energia elétrica a informar aos consumidores diariamente, por meio eletrônico, os locais e os horários em que haverá interrupção no fornecimento de luz. A proposta é do deputado Paes de Lira (PTC-SP), que estabelece ainda que as concessionárias publiquem mensalmente, na internet ou na mídia impressa, as razões das quedas de energia. O autor do projeto ressalta os prejuízos que a falta de luz pode causar a hospitais e à indústria de alimentos perecíveis. Paes de Lira também lembra o grande número de eletrodomésticos que são danificados por panes na rede elétrica. Com a informação prévia das interrupções, os consumidores terão mais condições de solicitar administrativa ou judicialmente a reparação de possíveis danos. O texto altera a Lei 10.848/04, que trata da comercialização de energia elétrica. Se aprovada por aqui deve ocasionar o surgimento de um novo jornal só para dar conta das paralisações. Os mini-apagões estão tirando a paciência das pessoas, principalmente, durante o dia quando o calor é muito grande.
Divergência aberta. O ministro Guido Mantega da Fazenda e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, entraram em divergência pública, num evento com empresários, por causa dos juros. Para Mantega, a recuperação da economia é sustentável e "acalmou o ânimo daqueles que já achavam que deveria subir o juro". Já Meirelles entende que "a recuperação se dá a um ritmo muito forte", sugerindo risco de inflação - o IPC da Fipe foi de 1,34% em janeiro, a maior marca desde fevereiro de 2003. Nos bastidores, Mantega tenta convencer o presidente Lula a evitar a alta da taxa, e a Fazenda responsabiliza o BC pelo baixo crescimento em 2009.
Indicadores. Ontem, 3 de fevereiro, o dólar comercial operava em baixa de 0,38%, cotado a R$ 1,83. Também a Bolsa de São Paulo registrava queda de 0,23%, com o Ibovespa em 67.007 pontos e giro financeiro de R$ 1,62 bilhão. O Risco Brasil estavae em 225 pontos. Dow Jones -0,04% e Nasdaq -0,01%. Euro: US$ 1,3956 ou R$ 2,5630.
Interditada. Em plena a quarta-feira a Avenida Calama foi interditada no final da Praça de Alimentação do Mercado do Pedacinho de Chão ocasionando grandes transtornos no local. É que vindo dos bairros o trânsito não podia descer nem do centro para lá podia subir e a única via para sair era a México que, por sinal, como o bairro Embratel está um lixo só com os esgotos a céu aberto mostrando o desleixo com a região afora os buracos.
Embelezamento. Ainda falando na Calama não há como não dar os parabéns à Prefeitura pela limpeza e o embelezamento que fizeram no canal ao lado da entrada do Colégio Objetivo. Um trabalho que mereceu os parabéns dos comerciantes e moradores das proximidades que, no entanto, consideram que só falta um detalhe para completar o serviço: colocar tartarugas que impeçam os acidentes que sempre acontecem devido a alta velocidade com que os veículos descem a avenida sem encontrar nenhum obstáculo até o posto já próximo da Campos Sales. É uma providência tão simples e tão necessária que não se entende a razão pela qual até agora não foi tomada quando até abaixo assinado já foi feito para isto. Reclamar, a pedido, também reclamei várias vezes.
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